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Empregabilidade x Educação: Conquista Profissional

Por Redação Cariri • 20 de fevereiro de 2019

Foto: Freepik 

Por Conceição Araújo.

Diante dos desafios econômicos vividos pelo Brasil nos últimos três anos, o mercado de trabalho elevou o seu nível de competitividade registrando uma redução significativa de profissionais empregados. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 21 mil postos formais foram fechados, ampliando por parte dos profissionais uma intensa procura nas agências e acesso a sites de classificados de emprego, cadastro no Programa SINE que é operacionalizado no Estado do Ceará pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT, e demais alternativas de busca por local de trabalho.

O nível de escolaridade se consolida como sendo um dos diferenciais  garantidor da competitividade profissional, que permite a continuidade do empregado durante os cenários econômicos de crise dando ao mesmo uma recolocação em casos de demissão.

A empregabilidade tem exigido do profissional competências (conhecimento, habilidade e atitude) precisas e dinâmicas capazes de permitir a conquista profissional e a sua continuidade. Em meio a esse cenário de novas perspectivas empregatícias surge então o conceito de empregabilidade que está relacionada à conjunção do indivíduo de ser contratável.

Requisitos para Empregabilidade

Baseado nessa empregabilidade fica compreendido a relevância de requisitos como a identificação vocacional que permite o profissional desenvolver tarefas que verdadeiramente ama fazer.  Entender que a competência profissional pela condição de dirigir pessoas e processos e desenvolver uma comunicação assertiva, alcançando inclusive recursos e inovações tecnológicas resultantes de uma revolução industrial 4.0 que apresenta novas necessidades propostas pela sociedade, que busca a satisfação e a qualidade e não somente o atendimento, serão pilares indispensáveis para uma carreira de sucesso.

Posto que essa sociedade exige ainda uma ética a partir da idoneidade, assim a empregabilidade permite uma reflexão revolucionária sobre a saúde física e mental desse profissional, compreendendo os riscos que o acometem por perpassar sobre os seus hábitos saudáveis de vida, os seus relacionamentos interpessoais e o desenvolvimento assertivo de sua autoestima, condições conjuncionais que possibilita  níveis de satisfações desejáveis.

Por fim, o profissional do século XXI deve trazer consigo o desejo desafiador e crítico para as  evoluções e desenvolvimento das megatendências mercadológicas, propondo mudanças estratégicas e indispensáveis ao avanço tecnológico garantindo a empregabilidade. Para que todo esse pensar descrito se torne realidade é imprescindível o investimento em educação (níveis de escolaridade e qualificação) necessários às conquistas profissionais. Só existirá a competitividade quando a preparação, aliada ao domínio do conhecimento, resultar na prática atitudinal globalizada.

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Esta é uma coluna de opinião. As informações e ideias expressas neste espaço são de responsabilidade única do autor.

 

Maria Conceição Aparecida de Araújo é Administradora, Conselheira Efetiva do Conselho Regional de Administração do Estado do Ceará – CRA – CE, Coordenadora da Comissão Permanente de Tomadas de Conta do CRA-CE, Especialista em Docência do Ensino Superior e Gestora Pública.

 

 

 

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