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Professores de Juazeiro do Norte terão reajuste salarial de 6,81%; a categoria pedia 8,33%

A Secretaria de Educação e a Prefeitura de Juazeiro do Norte convocou os Professores da Rede Municipal de Ensino para uma reunião na quarta-feira, 21, onde foi comunicado o reajuste salarial de 6,81% para a categoria. Um aumento salarial e melhores condições de trabalho foram pautas exigidas pelos servidores municipais durante os dois meses de Saiba mais

Por Alana Maria • 22 de março de 2018

A Secretaria de Educação e a Prefeitura de Juazeiro do Norte convocou os Professores da Rede Municipal de Ensino para uma reunião na quarta-feira, 21, onde foi comunicado o reajuste salarial de 6,81% para a categoria. Um aumento salarial e melhores condições de trabalho foram pautas exigidas pelos servidores municipais durante os dois meses de greve em 2017, findada pelo Tribunal de Justiça, que considerou, à época, ilegal a paralisação.

De acordo com a Secretaria de Educação do município, o reajuste de 6,81% está preconizado conforme o piso salarial nacional para a categoria anunciado pelo Ministério da Educação ainda em 2017.

Na última negociação com a prefeitura, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sisemjun) havia pedido 8,33% de reajuste para todos os servidores de Juazeiro do Norte.

Para a categoria da Educação, segundo afirma o vice-presidente do Sisemjun, o professor Edson Xavier, não seria aceita proposta de reajuste abaixo dos 6,81%, número aceito pela administração municipal.

O salário-base de um professor especialista atualmente em Juazeiro do Norte é de R$ 1.743,00. Segundo o Ministério da Educação, o valor mínimo a ser pago para o magistério com jornada de 40 horas semanais é de R$ 2.455,35. Em 2015, o piso salarial era de R$ 1.917,78.

Para outras categorias de servidores, o Sindicato não aceitaria propostas inferiores a 4%. A Prefeitura sugeriu 3%. As negociações continuam.

Ainda na pauta da Educação, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais ainda discute com a Prefeitura de Juazeiro do Norte os reajustes retroativos com dois anos de atraso para os profissionais da área e a exigência da administração pública de um segundo pagamento de imposto de renda desses profissionais devido o precatório. A categoria considera injusto.

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Alana Maria

Alana Maria Soares é jornalista da Cariri Revista desde 2015.
Formou-se pela faculdade de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC), no campus Cariri, onde produziu o programa cultural Percursos Urbanos Cariri, pela UFC e CCBNB, entre 2012 e 2014. Pela Editora 309, ainda produziu a Casa Cariri Revista, o Manual Inteligente da Água, o Jornal Universitário da Unileão em 2016 e 2017, entre outros produtos editoriais.
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