Especial

Mulheres indicam leituras transformadores

Por Alana Maria • 12 de maio de 2018

A jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie tornou-se uma das principais vozes femininas (e feministas) na literatura mundial com as obras Hibisco Roxo (Companhia das Letras) e Americanah (Companhia das Letras), mas foi com seu discurso Sejamos Todos Feministas na conferência TED que cativou centenas de milhares de mulheres internet afora, sendo posteriormente publicado como livro. Seu pedagógico poder de articulação de argumentos e carisma ao deixar ácidas gotas de ironia queimar argumentos machistas inflamou jovens veias feministas. Há poucos dias, Chimamanda lançou um novo livro chamado Para Educar Crianças Feministas – Um Manifesto (Companhia das Letras), originalmente uma carta a amiga Ijeawele que lhe pedia conselhos de como educar sua filha. Entre sugestões que vão de fugir de papéis de gênero (“Nunca lhe diga para fazer ou deixar de fazer alguma coisa ‘porque você é menina’. ‘Porque você é menina’ nunca é razão para nada. Jamais”) até “Seja uma pessoa completa”, ela indica “Ensine-lhe o gosto pelos livros. A melhor maneira é pelo exemplo informal. Se ela vê você lendo, vai entender que a leitura tem valor […] Os livros vão ajudá-la a entender e a questionar o mundo, a se expressar, vão ajudá-la em tudo o que ela quiser ser”.

Neste especial contínuo em alusão ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, a CARIRI convidou ativistas do movimento feminista caririense a compartilharem seus primeiros encantos com a literatura e como isso as ajudou a se enxergarem diante da sociedade.

FOTO: ALANA MARIA

Simone de Beauvoir

A jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie tornou-se uma das principais vozes femininas (e feministas) na literatura mundial com as obras Hibisco Roxo (Companhia das Letras) e Americanah (Companhia das Letras), mas foi com seu discurso Sejamos Todos Feministas na conferência TED que cativou centenas de milhares de mulheres internet afora, sendo posteriormente publicado como livro. Seu pedagógico poder de articulação de argumentos e carisma ao deixar ácidas gotas de ironia queimar argumentos machistas inflamou jovens veias feministas. Há poucos dias, Chimamanda lançou um novo livro chamado Para Educar Crianças Feministas – Um Manifesto (Companhia das Letras), originalmente uma carta a amiga Ijeawele que lhe pedia conselhos de como educar sua filha. Entre sugestões que vão de fugir de papéis de gênero (“Nunca lhe diga para fazer ou deixar de fazer alguma coisa ‘porque você é menina’. ‘Porque você é menina’ nunca é razão para nada. Jamais”) até “Seja uma pessoa completa”, ela indica “Ensine-lhe o gosto pelos livros. A melhor maneira é pelo exemplo informal. Se ela vê você lendo, vai entender que a leitura tem valor […] Os livros vão ajudá-la a entender e a questionar o mundo, a se expressar, vão ajudá-la em tudo o que ela quiser ser”.

Neste especial contínuo em alusão ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, a CARIRI convidou ativistas do movimento feminista caririense a compartilharem seus primeiros encantos com a literatura e como isso as ajudou a se enxergarem diante da sociedade.

A jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie tornou-se uma das principais vozes femininas (e feministas) na literatura mundial com as obras Hibisco Roxo (Companhia das Letras) e Americanah (Companhia das Letras), mas foi com seu discurso Sejamos Todos Feministas na conferência TED que cativou centenas de milhares de mulheres internet afora, sendo posteriormente publicado como livro. Seu pedagógico poder de articulação de argumentos e carisma ao deixar ácidas gotas de ironia queimar argumentos machistas inflamou jovens veias feministas.

Seja uma pessoa completa.

A jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie tornou-se uma das principais vozes femininas (e feministas) na literatura mundial com as obras Hibisco Roxo (Companhia das Letras) e Americanah (Companhia das Letras), mas foi com seu discurso Sejamos Todos Feministas na conferência TED que cativou centenas de milhares de mulheres internet afora, sendo posteriormente publicado como livro. Seu pedagógico poder de articulação de argumentos e carisma ao deixar ácidas gotas de ironia queimar argumentos machistas inflamou jovens veias feministas. Há poucos dias, Chimamanda lançou um novo livro chamado Para Educar Crianças Feministas – Um Manifesto (Companhia das Letras), originalmente uma carta a amiga Ijeawele que lhe pedia conselhos de como educar sua filha. Entre sugestões que vão de fugir de papéis de gênero (“Nunca lhe diga para fazer ou deixar de fazer alguma coisa ‘porque você é menina’. ‘Porque você é menina’ nunca é razão para nada. Jamais”) até “Seja uma pessoa completa”, ela indica “Ensine-lhe o gosto pelos livros. A melhor maneira é pelo exemplo informal. Se ela vê você lendo, vai entender que a leitura tem valor […] Os livros vão ajudá-la a entender e a questionar o mundo, a se expressar, vão ajudá-la em tudo o que ela quiser ser”.

Alana Maria

Alana Maria Soares é jornalista da Cariri Revista desde 2015.
Formou-se pela faculdade de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC), no campus Cariri, onde produziu o programa cultural Percursos Urbanos Cariri, pela UFC e CCBNB, entre 2012 e 2014. Pela Editora 309, ainda produziu a Casa Cariri Revista, o Manual Inteligente da Água, o Jornal Universitário da Unileão em 2016 e 2017, entre outros produtos editoriais.
RP: 0003947/CE